terça-feira, 12 de agosto de 2008

Poço Azul


No Poço Azul, escadas facilitam o acesso e é permitido aos turistas flutuar com coletes, apenas movimentos lentos para não agredir o santuário ecológico. O guardião do poço, Israel Braga, explica que pesquisadores localizaram na gruta fósseis de preguiça gigante, mamute, gambá pré-histórico e tigre de dentes-de-sabre, informações que serão complementadas, na saída da gruta, por um documentário exibido nas proximidades do restaurante. As imagens mostram os trajetos de mergulhadores e de um raro habitante das trevas submarinas, o bagre albino, um peixe cego que se movimenta por antenas. O Poço Azul fica em Nova Redenção, a 67 km de Andaraí.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Poço do Diabo


O Poço do Diabo ganhou este nome por dois motivos: as águas avermelhadas do rio Mucugezinho e a fúria sanguinária dos coronéis do garimpo, que jogariam ali os escravos fugitivos. A trilha até o banho lá embaixo pode ser percorrida em meia hora, mas a área merece mais tempo para ser desfrutada. Há um ótimo poço para nadar e mergulhar, com pequenas corredeiras servindo de hidromassagem, nas proximidades do bar, que também recebe a visita de macaquinhos. Pedindo com antecedência, a dona do bar prepara almoço caseiro. E quem preferir pernoitar conta com a Pousada Ecológica Oásis, com acomodações em caverna. Fica a 18 km de Lençóis.

Gruta da Lapa Doce


A Lapa Doce faz parte de um complexo de cavernas calcáreas e está no município de Iraquara. A entrada é feita através de uma dolina (depressão externa formada por erosão de material calcáreo). A visitação é permitada com grupos de no máximo 12 pessoas, acompanhadas sempre por guia. Na gruta da Lapa Doce são encontradas formações de rara beleza, inclusive o efeito sobre um espeleotema (formação de caverna) provocado pelo desmatamento na superfície, que permite a entrada de água com argila. O resultado são tons avermelhados em contraste com o branco da calcita.

Cachoeira da Fumaça


Cachoeira da Fumaça
Um dos maiores atrativos da Chapada Diamantina, essa cachoeira ganhou esse nome pela aparência causada pela fina névoa formada pela ação do vento que ao atingir a queda faz levantar a água e trazê-la de volta antes de chegar ao chão ha 320 metros. Esse espetáculo delirante visto de longe parece fumaça.O caminho para o topo da serra é sempre contado com muito entusiasmo pelos que lá passam . A subida de 1 hora torna-se prazerosa pela inteira vista do Vale do Capão durante quase toda o percurso. Depois da subida, o resto da trilha (mais 40 min.) é feita em um gerais repleto de variedades de flores. Depois de se refrescar no rio que corta a trilha e forma a cachoeira, deparamos com o grande espetáculo da queda d'agua e do grandioso canion que a acompanha, algo totalmente inesquecível e que faz milhares de pessoas de todo o mundo visitá-la e nunca esquecê-la.

Cachoeira Véu de Noiva


A cachoeira do Véu de Noiva, formada pelo Rio Coxipó, conhecida nacionalmente com seus 86m de queda livre tornou-se ponto imperdível para se visitar no País, o imenso vale aberto no arenito com impecável vegetação, proporciona-nos espetáculo fantástico. No local, existe um restaurante típico regional muito bem adaptado à paisagem.

Nos períodos de seca, seu volume diminui bastante, mas a paisagem mantém sua beleza, podendo ser contemplada em qualquer época do ano.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Fernando de Noronha



Fernando de Noronha ou Fernão de Noronha é um arquipélago brasileiro pertencente ao Estado de Pernambuco, formado por 21 ilhas e ilhotas, ocupando uma área de 26 km², situado no Oceano Atlântico, a leste do estado do Rio Grande do Norte. Constitui um distrito do estado de Pernambuco desde 1988, quando deixou de ser um território federal cuja sigla era FN. É gerida por um administrador-geral designado pelo governo do estado. A ilha principal tem 17 km² e fica a 545 km de Recife, capital de Pernambuco, a 360 km de Natal, capital do Rio Grande do Norte, a 830Km de Fortaleza, capital do Ceará, e a 1220 Km de Salvador, capital da Bahia
Após uma campanha liderada pelo ambientalista gaúcho José Truda Palazzo Jr., em 1988 a maior parte do arquipélago foi declarada Parque Nacional, com cerca de 8 km², para a proteção das espécies endêmicas lá existentes e da área de concentração dos golfinhos rotadores (Stenella longirostris) que lá se reúnem diariamente na Baía dos Golfinhos - o lugar de observação mais regular da espécie em todo o planeta.